sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O Caso da Casa

Quando começamos a fazer planos para passar uns anos viajando e/ou estudando pelo mundo, percebemos um grande obstáculo: nossa casa, com tudo que ela tinha dentro.

Explico: em um mundo ideal, a gente trancaria a porta, daria uns pinotes pelo planeta por três anos, e depois voltaria para o apartamentinho lindo. No mundo real, não há dinheiro que dê conta de aluguel, condomínio, IPTU e seguro aqui no Brasil E de pagar as contas no exterior, por mais modestamente do que a gente viva. Devolver o apartamento e deixar tudo em um guarda-móveis? É caro e, segundo alguns parentes, a conservação deixa a desejar.

Arquivamos os planos. Mas continuamos lendo relatos e testemunhos de gente que tirou um período sabático e viajou pelo mundo. E sabe o que um monte delas fazia? Liquidava todas as suas posses e saia por aí, livre, leve e solta.

Primeiro a ideia me deixou chocada. Eu sou tão apegada às minhas coisinhas! Depois, pensei que fazia sentido para algumas pessoas. Você encerra um período da sua vida e fica aberto para oportunidades e experiências.

Aí, uma hora, passei a achar que fazia sentido para nós.

3 comentários:

  1. Lud, que bom que vocês tomaram essa decisão. Eu adoraria fazer isso. Já pensou em vender tudo antes de ir, deixar na poupança ou na bolsa, e viajar com a poupança que vocês farão até lá?

    Beijo,
    Ada

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  2. Ada, você acertou! É nisso mesmo que a gente está pensando: vender/doar tudo e viajar com nossas economias. Mas sabe de uma coisa interessante? Objetos e móveis usados valem muito pouco! Só o carro que dá uns trocados, rs. Depois vou escrever mais sobre isso.
    Beijos,
    Lud

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  3. Vcs venderam tudo?
    Não ficou nada em tipo uma casa da mãe, do pai?
    bjs,

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