terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O Caso do Minimalismo

A melhor definição que vi de minimalismo foi "eliminar o supérfluo para se concentrar no que é importante". Não é bonito? Não é prático? Não é libertador? Eu acho. 

Então agora eu e Leo somos minimalistas. Não, não pão-duros miseráveis ecochatos. Minimalistas, tá ligado?

Na verdade, não somos ainda. Estamos no processo de nos tornarmos. Não é do dia pra noite, não: o minimalismo exige um profundo exame da alma (para descobrir o que é importante) e a prática diária do desapego (para se livrar do supérfluo).

Já faz uns meses que estamos lançando um olhar crítico sobre os nossos bens. Doamos, vendemos ou passamos para frente um montão de roupas, sapatos, livros, DVDs, cosméticos e material escolar que a gente não usa e/ou não precisa. Estamos tentando não adquirir mais objetos. E, mesmo assim, ainda tem muita coisa no nosso apartamento. Não tô falando que é um processo?

2 comentários:

  1. Eu estou no meio desse processo de desentralhar, ainda. E adoraria fazer listas e listas (como tua irmã I.) do que é necessário para viver e blablabla, para me apegar à elas e tentar ter um norte sabe? Já tentastes listas?
    Desapegar, destralhar, limpar, eliminar é um processo lento e muitas vezes doloroso, pq, no meu caso, eu descobri ser uma procrastinadora, acumuladora e gastona, multiplicado por mil.
    A gente chega lá, né? Com paciência.

    Ada

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  2. Oi, Ada!

    Listas são ótimas. Será que dá pra fazer uma lista do que é necessário pra viver? O básico é fácil: abrigo, comida, vestuário. Quando sai do básico é que complica. Do que estamos dispostos a abrir mão?

    Adorei o "destralhar". Quando a gente começa a chamar nossas coisinhas de tralhas é porque estamos começando a desapegar.

    Beijos!

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