quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Caso do Protetor Solar

Aqui em Brasília voltei a usar protetor solar no rosto, porque o sol é tão intenso que a gente sente a pele fritando. Meio a contragosto, porque morro de preguiça de passar a meleca gosmenta na cara, e é claaaro que não reaplico durante o dia, como um povo aê recomenda.

Mas enfim. Finalmente descobri um protetor solar cheirosinho e não pegajoso, e estava bem satisfeita com ele, até que acabou, lógico. Quando fui recomprar, a farmácia não tinha dele, e me deixei convencer pela lábia da vendedora, que me vendeu um peixe de "altíssima proteção", "muito recomendado pelos dermatologistas" e "ideal para pele oleosa".

No dia seguinte, descobri que o tal protetor tinha cheiro de pêssego e textura de azeite. Ou seja: eu agora ando por aí cheirando como a boneca Pesseguinho (lembram? A Pesseguinho era colega da Moranguinho) e com a cara igualmente brilhosa.

Não quero nem saber. Vou usar até a última gota.

3 comentários:

  1. Ai, nesse caso, eu doaria ou venderia. Só porque minha pele é problemática :/

    Ada

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  2. Ada,
    Normalmente eu também faria isso (antes, só esconderia dentro do armário e esperaria a validade passar). Mas estou usando como penitência pra me lembrar de comprar melhor da próxima vez.

    u sou ateia, mas a visão cristã de evolução pelo sofrimento é difícil de largar. Outra coisa da qual preciso desapegar.

    Beijos!

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  3. Olha aqui uma forcinha pra você apostar no chapelão e esquecer do filtro... É meu médico escrevendo tudo isso, que hoje em dia eu sou bem minimalista com o que passo no meu corpo.

    http://belezaorganica.blogspot.com/2011/12/alternativas-seguras-de-protecao-solar.html

    http://www.ecologiamedica.net/2011/10/o-perigo-dos-produtos-de-beleza.html

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