sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Vem ni mim, 2012!

Eu tô doida pra 2011 acabar. Aí eu vou poder dizer "Ano que vem a gente parte pro mundo!". E vai parecer que a data está tão mais próxima.

22 meses (de janeiro/2012 a outubro 2013) é tempo pra caramba. A vontade era de se mandar logo em junho, mas a prudência nos aconselhou a segurar a onda. Um pequeno (cof,cof) adiamento vai nos garantir empregos na volta e mais dinheiro guardado. E mais francês aprendido. E uma adaptação mais prolongada a uma vida simples.

O Leo sugeriu que a gente fizesse uma planilha com os providências que devemos tomar a cada mês. Além de diluir as tarefinhas chatas (documentação, burocracia, etc.), deve dar a sensação de que as coisas estão caminhando.

Mas tem de ter emoção, né? Dois anos dá pra estudar muito francês, então resolvi que vou entrar no curso intensivo e me dedicar com vontade para, no fim de 2012, estar no nível B2, que é o que muitas universidades francesas exigem se você vai estudar lá.

Eu não sei se vou estudar em uma universidade francesa. E B2 em tese é pra quem já fez o nono semestre na Aliança Francesa - eu terminei o terceiro.

Mas a megalomania, né, gente? Dessa eu não desapego.

2 comentários:

  1. Oi Ludmila, descobri seu blog há pouco no blog da Lola, e adorei, já li todinho (esse e o anterior)

    Também estou aderindo a esse estilo de vida, algumas pessoas têm me chamado de pão-dura, mas não me importo, é libertador, e almejo a liberdade financeira. No começo achei estranho, eu usava pelo menos rímel todo dia, mas sinto como se visse as coisas com mais clareza por não valorizar mais tanto a aparência e não querer que me julguem por ela, afinal como você diz, não somos enfeite. Falei isso pra uma amiga e ela gostou, nunca tinha pensado nisso.

    E estou achando bobagem fazer as unhas, afinal é um trabalho que nunca acaba, descasca facilmente, enfim... sou uma desconhecida mas te agradeço pois mesmo sem querer você me ajudou =)

    Tenho uma dúvida, o que especificamente você fez com as coisas, digo, pra onde/quem doou/vendeu, como descobriu? Fico na dúvida pois muitas coisas que não quero mais estão em bom estado e não quero jogar no lixo.

    Você já ouviu falar disso aqui? https://www.pimsleurapproach.com/atc010.asp?sid=25050bnr
    não testei ainda, mas parece ser um método revolucionário de aprender línguas, quase de graça e muito rápido, enfim, fica a dica. Abraço e parabéns pelo blog

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  2. Raysa,

    puxa, que bom que você tá vendo as coisas de um jeito diferente. Fico feliz.

    O que fazer com o que a gente não quer mais: o jeito é pesquisar quem aceita doações. Usei o Google e perguntei pra todo mundo. Aqui em Brasília, doei roupas/sapatos/roupas de cama e banho para uma igreja que auxilia comunidades carentes. Livros foram para bibliotecas públicas (adoro a ideia de que eles vão ser lidos por um monte de gente).

    Algumas coisas dá pra vender: levei sapatos de salto e perfumes para um brechó e uns livros para o sebo (não dá muita grana, mas tudo ajuda o "fundo para viagem"). Olha, esse assunto dá um post!

    Obrigada pela dica do Pimsleur! Vou dar uma olhada.

    Beijos,
    Lud

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