quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Experiência que eu recomendo: brechó

Então eu acho que minhas coisinhas são lindas e preciosas e que não posso abrir mão delas de jeito nenhum. Aí eu vou a um brechó arrumadinho achando que pelo menos vou fazer dinheiro com elas. E descubro que: 1) boa parte delas o brechó não quer, porque não tem saída/é verão ou inverno e as minhas coisinhas são quentes ou frescas demais/o estado de conservação é menos que perfeito e 2) o brechó vende minhas coisinhas por metade/um terço do preço original, e dessa metade/um terço eu levo 50%.

É uma experiência em humildade, gente. Recomendo. Porque nessa hora dá pra ver que nossos objetos não são tão lindos e preciosos assim. Que roupa, bolsa e sapato não são investimento, como as revistas de moda insistem em dizer. E que, se brechós vendem coisas por metade/um terço do preço original, então brechó é um ótimo lugar para fazer compras.

E é mesmo. Então fico pensando que, quando a gente voltar dA Grande Aventura e formos remontar um lugar para viver - isso se não formos para um flat mobiliado, que no momento me parece a melhor opção -, eu não vou comprar nada novo. Ok, talvez talheres e roupa de cama. Porque Brasília, gente, é O LUGAR dos brechós, das garage sales e dos topa-tudo.

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