segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Guardar o quê mesmo?

No fim do ano passado, estávamos decididos a nos livramos de tudo que possuíamos. Íamos vender, dar e doar todos os móveis, utensílios e eletrodomésticos, incluindo o carro. Só levaríamos o que coubesse em duas malas (pequenas). Depois de passarmos três anos fora, a a gente iria voltar e refazer nossa casinha - só adquirindo o que fosse realmente necessário. A ideia era continuarmos minimalistas pra sempre.

Em certo momento percebemos que algumas coisas fazia sentido guardar. Roupas de trabalho, por exemplo. Pelo menos dois jogos de roupa de cama e banho. Pratos. Faqueiro. Taças. Frigideira. Espátula. Garrafa térmica. Capas de almofadas que minha mãe fez. 

Aí perco o controle da lista e ela vai se estendendo. A vantagem de dar fim a tudo é que não precisa selecionar, entendem? 

Ai, ai. 

2 comentários:

  1. Ai, ai, nem me fale - fui arrumar os meus sapatos e acabei deixando mais uns além dos três que são os que eu uso mesmo. Mas tem os dois que eu uso em festa, e tem os chinelinhos, e tem um confortabilíssimo (mas horroroso) que é o único bom se eu machucar o pé, e tem os tênis, e tem os dois últimos que eu comprei e mastigam o pé mas são tão lindinhos tão novinhos e eu ainda não me convenci que eles não vão mesmo parar de mastigar os meus pezinhos... Ainda deu duas prateleiras de sapato (mas sem sobreposição, pelo menos). Eu era mais feliz quando imaginava, tolinha, que era só separar os três e jogar todo o resto fora, sem nem olhar...
    É um processo, afe.
    PS: Battle hymn of tiger mother presta? Manda chicotear todas as crianças? Quantas vezes por dia? Details, please (já que vc não pode mais me emprestar o livro, blé)

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  2. Essa coisa do desapego é um trabalho para a vida toda né? Cada dia um pouquinho. É difícil.
    Beijos

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