quinta-feira, 10 de maio de 2012

A lição da gaveta de sacolas

Comecei o minimalismo aqui em casa pela gaveta de sacolas. Eu tinha pilhas delas ocupando uma gavetona. Só não me dei conta que, como eu ia me desfazer de um monte de objetos, elas viriam bem a calhar para transportá-los. Resultado: virei novamente uma caçadora de sacolas - mas agora elas não se acumulam, elas são usadas.

Aprendi minha lição. Após ter me livrado de pelo menos metade do guarda-roupa e quase todos os sapatos, as eliminações de roupas ficarão temporariamente suspensas. Motivo: vamos começar a aventura pelo Sudeste Asiático e enfrentaremos temperaturas bem diferentes. Como viajar de mochila exige que a gente carregue tudo nas costas, um plano razoável é fazer a mala com roupas velhinhas e ir deixando pelo caminho as peças que não usaremos mais.

Então, até decidirmos o que vamos levar para os primeiros meses de viagem, não despacharemos mais roupas que podem ser úteis. No fim do ano, o que não for selecionado para a mochila vai para a doação. Ou...

Para-uma-caixinha-de-roupas-que-vou-guardar-na-casa-dos-meus-pais!

Siiim, eu sou a primeira a dizer que não é pra minimalizar a vida empurrando tralhas para casas alheias. Maaas acho que deixar três camisas, duas calças e um sapato de trabalho em um cantinho para minha volta é bem razoável. Afinal, minhas irmãs também estocam um monte de coisa lá.

4 comentários:

  1. Ahhh, mas esses itens aí nem são considerados tralhas, vai!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. É, o problema do consumismo são as exceções que abrimos para atender à ele.
    E eu sou a Lilly, hoje, para proteger minha privacidade. A antiga Ada que comentava em seus antigos blogues.

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  4. Então, eu sei! Agora vou te chamar só de Lilly. E semana que vem excluo esses comentários reveladores, tá? Já que não dá pra editá-los.

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