domingo, 10 de junho de 2012

E na volta ao Brasil, como faz?

Andaram nos perguntando como é que vamos fazer daqui a 3 anos, quando voltarmos para a pátria amada. Se vamos montar casa de novo, comprando tudo que estamos vendendo hoje. Ou, numa variação do mesmo tema, como faremos se por alguma razão a aventura tiver que ser adiada ou cancelada.

A resposta é: não, não vamos montar casa da mesma maneira de novo. Estamos firmes e fortes no caminho do minimalismo. Em qualquer das duas hipóteses, queremos morar em um lugar menor, mais simples, mais barato. Mais fácil de cuidar, equipado com menos objetos, fonte de menos preocupação. Mais simples de deixar para trás se surgir uma nova oportunidade, uma nova vocação.

Lar é onde o Leo e o Kindle estão (nessa ordem). O resto é perfumaria.

7 comentários:

  1. "tendo o sustento e com que se cobrir...."

    Queria saber a respeito de passaportes neste período tão longo...como ficam os vistos?

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  2. Mel,
    a gente tem passaporte europeu. Mas, se não tívessemos, eu estudaria francês e/ou faria um mestrado. São objetivos que me interessam, e nos deixariam legalizados na França.
    E não estão absolutamente descartados. Tô de olho nesse curso de francês da Université de Lyon: http://cief.univ-lyon2.fr/spip.php?rubrique11. Parece um ótimo custo/benefício, e todo mundo me fala que Lyon é uma cidade pra lá de fofa.

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  3. Acompanho o seu blog em silêncio mas agora resolvi comentar. Admiro o que vc e marido estão promovendo em suas vidas na ida e volta dessa aventura maravilhosa. Cheguei ao seu blog lendo o blog da Carol Nogueira onde vc faz um comentário sobre livros e foi o seu interesse na leitura, o qual eu compartilho, que me levou até o seu blog. Sabe como é de blog em blog...
    e assim sugiro que vc visite o blog de Mirelle Sirqueira,
    http://www.13anosdepois.com/
    uma brasileira que 13 anos depois reencontra o seu amor de infância que estava vivendo na França e como vc o mais importante para ela era ele. Deixa para traz o emprego, a família e os amigos para viver o seu grande amor em LYON onde recentemente acabou um Mestrado. E de blog em blog vamos conectando essas magnificas histórias de vida. Um grande abraço e continuo na torcida positiva.

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    1. Dayse,
      obrigada pela dica! Vou ler sim, com certeza.
      O poder das redes sociais de nos conectar a pessoas com interesses semelhantes sempre me impressiona. Agradeço a torcida!

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  4. Oi Lud, conheci seu blog pelo da Lola e venho a acompanhando silenciosamente por algum tempo. Estou adorando acompanhar o seu processo, é muito bom isso.
    Há algum tempo não vinha me sentindo bem com relação a mim e a minha vida e acabei passando por uma fase dificil, mas foi acompanhando seu blog que me identifiquei bastante com o minimalismo como estilo de vida e resolvi adota-lo, os primeiros passos são sempre mais complicados. Abri um blog para poder contar esse processo, acho que assim fica mais fácil, relatando.
    Também sou feminista e acho que minimalismo e feminismo andam muito bem juntos.

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  5. Alline,
    também acho que feminismo e minimalismo andam muito bem juntos. Ambos nos fazem ver além das convenções sociais e do que é dado como certo/natural. E ajudam a nós, mulheres, a diminuir ou eliminar um bocado de procedimentos "decorativos"!
    Que bom que você está fazendo um blog. Aposto que sua jornada vai ser muito interessante. Vou linká-lo aqui!
    Boa sorte!

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  6. Olá, Lud,
    Vou deixar um comentário apenas informativo: há 3 anos, meu marido e eu nos mudamos para uma capital brasileira que em geral é elogiada pela limpeza, organização, qualidade de vida etc. Também preferimos morar num lugar pequeno, simples e fácil de cuidar. Você não imagina a nossa dificuldade para encontrar isso aqui. Contando, ninguém acredita. Eu só acredito porque vivi a situação. Aqui, lugar pequeno é sinônimo de velho, caindo aos pedaços e em bairros ruins - não estou exagerando... Acabamos encontrando um apartamento que correspondia ao que desejávamos, onde moramos atualmente e estamos bem felizes. Tivemos sorte e conhecemos pessoas buscando algo similar por aqui e tendo a maior dificuldade de achar.
    Quando - e se - vocês retornarem ao Brasil, pensem muito bem em qual cidade vão morar, porque há regiões onde o que vocês querem simplesmente não existe. Nesses lugares, o desejo da grande maioria da população é o "maximalismo": casa enorme, muitos carros, quanto mais tiver para exibir, melhor... E a meia dúzia de três ou quatro pessoas que não querem viver dessa forma, sofrem!
    Alexandra

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