segunda-feira, 4 de junho de 2012

O poder das redes sociais (digitais e analógicas)!

Os classificados do CouchSurfing de Brasília (valeu, Emilia!) trouxeram um casal que comprou o futon. A moça avisou a mãe da mesa do escritório, ela veio conferir e levou uma cadeira também. Botamos um anúncio ao lado do elevador e os vizinhos que foram investigar prometeram mandar os filhos que estão montando casa.  Um casal do nosso andar arrematou candelabros, panela de vidro, colher de prata e outras miudezas que o Leo achava que não iam ter saída. Uma moça e a mãe compareceram porque leram a notícia em uma lista de discussão dos servidores de um ministério. Outro casal recebeu a indicação de um amigo DJ (!).

Ficamos animados e contentes. Na ponta do lápis, vendemos 10% do total (em valores). Achamos que é  só o começo: à medida em que nossos compradores forem divulgando a garage sale para os amigos ou inimigos (dependendo se gostaram ou não!), a clientela vai aumentar.

Enquanto isso, vamos conhecendo gente interessante, rindo da nossa própria habilidade de negociar em botão, pensando como é legal que muita coisa finalmente seja usada, e sondando se alguém tem um apê pequetito e mobiliado para alugar.

E não é que tem?

4 comentários:

  1. Quem fez o cadastro no mercado livre foi o meu marido...eu sou meio darr prá essas coisas, mas eu acho que não é burocrático não...e o que é legal é as pessoas conseguem comprar parcelado, pelo mercado pago e vcs recebem à vista.
    Realmente, em relação aos cristais e talz...são coisas meio frágeis...mas de repente vcs selecionam algumas coisas e anunciam por lá...Essa semana vou anunciar até uma coleção de botões...hehehehe
    Estou torcendo por vcs!
    Beijão,
    Mel

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  2. Ah....parei de usar condicionador...

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  3. Mel,
    esse esquema do parcelado é legal mesmo. Obrigada pela torcida!
    Parar de usar condicionador foi ótimo para mim. O cabelo ficou até mais bonito, menos pesado. No mínimo, não fez a menor falta.

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  4. Lud, seguindo seus passos, não para me desfazer de tudo, mas apenas para tirar o que não uso e não serve para uma doação, por exemplo, para instituição de caridade, criei um grupo no Facebook chamado Doar, Trocar e Vender. Esse grupo é aberto para outras pessoas da cidade e região que queiram anunciar seus produtos. Fiquei surpreendida com o resultado, de ontem (criação do grupo) até hoje ao meio-dia eu vendi um quebra-cabeça, uma panela de arroz e um hidratante.

    Estou adorando a experiência!

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