domingo, 15 de julho de 2012

Novidades do fim de semana

1) Cortei o cabelo na quinta. Compramos uma mochila azul no sábado. Resultado: virei a Dora the explorer.


2) Descobri o Pinterest. É, eu sou fraca em redes sociais (digitais E analógicas). Para quem estava  copiando e colando imagens de decoração nos rascunhos de Gmail, é um grande progresso. 

3) Adquiri mais dois rolos de papel contact: um branco e um preto. (E fiquei pensando que, se fosse pra ser roots mesmo, eu devia ter comprado esses dois logo no começo e fabricado a estampa de zebra no braço.)

4) Me enrolei toda nos projetos da Toca. Minha missão era dar profundidade a esta parede bobinha aqui


para aumentar visualmente o espaço. Pois fazer isso com uns poucos metros de papel contact não é fácil, principalmente quando você percebe que o cinza das paredes é escuro o suficiente para você notar que ele existe, mas claro o bastante para não dar qualquer destaque ao contact branco.  

(Confesso: eu gostaria bem de cobrir a parede com essa estampa aqui:


Acho que ia ficar luxo, poder e sedução. E profundidade. Não vai rolar, é claro. Mas fica registrado.)

5) Falando em papel contact branco: me consolei ao descobrir que dá para colori-lo com uns lápis de cor aquareláveis que tenho por aqui. Mas ainda não sei direito o que fazer com essa descoberta.

6) Para não dizer que foi um fim de semana perdido, fiz uma gracinha com a mesa (mosaicos de contact. Sim, eu recortei um por um, com estilete. Mas só fiz esse lado da mesa, hohoho)



e outra com o portal que dá para o quarto:


É, eu pertenço à escola de decoração que acha que não há nada que não possa ser melhorado com a aplicação de preto, branco, quadrados, listras ou todos eles ao mesmo tempo.

9 comentários:

  1. Lud, aposta no contact preto com a esampa de que você gostou. Cores escuras em UMA parede acentuam a noção de profundidade.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Lu, esse era o plano, MAS já estourei meu orçamento para decoração, rs. Para quem não ia gastar nada, 40 reais em papel contact já passou da conta, né?

      Excluir
  2. ahahahahahaha, Lud, vc virou mesmo ALOKA do papel contact!

    ResponderExcluir
  3. Lud, me chamo Jonas e vi em um blog seu antigo sobre um tratamento de reabilitação labiríntica que você fez, como não achei mais informações sobre isso na net agradeceria se você pudesse entrar em contato comigo por e-mail falecomjonas@msn.com e me dissesse sobre a eficácia do seu tratamento. Obrigado.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Jonas, te mando um e-mail. Adianto que o tratamento foi muito eficaz!

      Excluir
  4. Atenção: o comentário a seguir não tem nada a ver com o post (mas o parágrafo seguinte vai ter, juro). Lud, eu fiz uma prova de concurso ontem e, na hora que comecei a ler o texto de português, tive que correr os olhos para o final para checar se a autoria não era sua. O texto lembrava o seu estilo, parecia que eu estava lendo algum dos posts do antigo lud&leo (infelizmente a autora era outra, mas deu para detectar na hora que era mulher, será que existe algum DNA-feminino na escrita?). Enfim, depois pensei que se não fosse algo que vc escreveria, pelo menos seria algo que gostaria de ler, então segue aí o link caso você esteja curiosa: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-67/questoes-fundamentais/a-queda-do-sistema

    Agora, voltando à pertinência temática do post, é impressionante como você tem noção artística. A gente nota isso só pelos poucos recursos de que você dispõe. Eu sempre sofri da síndrome da eterna preparação: toda vez que eu me propunha a um projeto, tinha que comprar todas as ferramentas disponíveis, todas as cartelas de cores, a limitação de recursos sempre foi uma justificativa para retardar o início da empreitada. Hoje, percebo que o verdadeiro criador consegue fazer muito mais com muito menos, e que o minimalismo no lado artístico é que é o motor da criatividade.

    Desde então, tem uma frase do Jaime Lerner que eu sempre tento manter em mente: "Creativity starts when you cut a zero from your budget. If you cut two zeros then it is much better".

    Ele fala isso numa apresentação do TED, que eu acho muito bacana, se interessar, segue o link também: http://www.ted.com/talks/jaime_lerner_sings_of_the_city.html

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Freetalker,

      li o texto, gostei, bisbilhotei a autora e descobri vários outros materiais interessantes dela. Obrigada pela dica!

      Eu também sofro da síndrome da preparação eterna. Nunca tinha transformado tanto um apartamento meu pondo a mão na massa mesmo. A limitação de recursos acabou sendo uma libertação. E talvez seja uma solução para nós, preparadores crônicos: limitar os meios e baixar as expectativas!

      Muito bacana a apresentação do Jaime Lerner, viu?

      Abraços!

      Excluir
    2. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir